Arquivo da categoria: amor (e/ou desamor)

A queda, a fratura e o gesso [3]

……..— Jair, teu primo Orestes te mandou uma piada com cópia pra mim… ……..— Eu tinha visto o seu nome nos destinatários desse e-mail, Célia, e juro que torci muito para que você passasse batida por ele… Me desculpe pelo … Continuar lendo

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O termômetro quebrou. Tentei recolher o mercúrio, mas ele não se deixou.

Ela sumiu. Ela escreveu. Ele leu. E respondeu. … A interlocução com alguém que não seja eu sempre foi o meu forte. Mas não uma interlocução com fantasmas que pertencem a esse alguém. Se só me cabe seus fantasmas, com … Continuar lendo

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Susto

Tá bom, sustinho, pois não quero assustar ninguém. Mesmo assim, lembro de ter sentido espanto, no mesmo dia em que surrupiei uma conversa ao ouvir as pessoas daquela mesa de restaurante falando de uma palavra cotidiana, tão freqüente no discurso … Continuar lendo

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(Mais) conversas roubadas

Um casal tomando café-da-manhã no Parque Lage, bairro do Jardim Botânico (RJ). Ela lê uma matéria que trata da violência contra a mulher, sobretudo no âmbito do casamento. [Ela, indignada] Amor, olha que absurdo: diz aqui que, em média, a … Continuar lendo

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Frase

“Querido, nosso casamento não foi um fracasso, mas algo muito pior: um sucesso mal gasto.” .(Alicia, escrevendo para Miguel) . [Mario Benedetti, Quem de Nós, RJ, Record, 2007, p. 53]

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Tarde

… — Um pouco culpada, sim. Só um pouco, só por causa dos meninos. … — Não, nem tente. Eu não quero entender. Ainda não. … — Eu sei que dói. Não sou essa escrota que você pensa, dói em … Continuar lendo

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Conversas roubadas

“Todo mundo fica dizendo: ‘nossa, vocês deram uma sorte danada de se conhecer, vocês tiveram uma sorte danada de estar casados até hoje, vocês tiveram uma sorte danada com esses filhos maravilhosos…’ Sorte porra nenhuma! Anos de análise, muita conversa, … Continuar lendo

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