Independência ou

Não adianta. No que me diz respeito, o dia 7 de setembro continua pertencendo à ditadura militar. Fazer o que, é algo arraigado ao sujeito que sou, esse que nasceu justo no ano do golpe aquele. E mais, essa rejeição se repete na minha relação com outro símbolo pátrio: o hino nacional. Explico. É que quando ocorre de tentar cantá-lo − e sempre internamente, não consigo fazer de outra forma −, eu nunca lembro a letra inteira. Não lembrar é pouco, o caso é mais profundo que isso: simplesmente não sei cantar o hino nacional completo e não lembro se um dia eu já soube. São pequenezes, irrelevâncias, sim, mas que em relação a minha identidade fazem considerável diferença, mais ainda neste ano de 2016.

Bom feriado a todos.

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