Nota (mais do que) de rodapé sobre o sem-sentido, a angústia e as religiões

O Pedro Doria postou um curto vídeo do Richard Feynman, e deixei um comentário por lá. Como a discussão naquelas bandas encaminhou-se para a questão do Feynman ter participado da criação da bomba atômica, o povo agora está discutindo a II Guerra Mundial, assunto que não me interessa no momento. Dai resolvi trazer o comentário para cá — por mais recorrente que seja o tema neste blog, e talvez quem precise mesmo ler sobre ele seja eu. Mas já que um ou outro incauto teima em passear por aqui, por que não dividir com ele esse assunto? Pois então aí vai:

A angústia frente ao não-saber, à possível ausência total de sentido, propósito ou para quê do universo, é algo que costuma ser devastador para boa parte de nós, e não dá para negar que também serve como “combustível” para as crenças religiosas.

Se por um lado seria pretensioso de minha parte dizer que as religiões derivam dessa angústia, não posso deixar de notar como elas acolhem, “docemente constrangidas” e de bom grado, todos os que não suportam as incertezas da vida, oferecendo-lhes não apenas o conforto proveniente do conjunto de certezas que pregam, mas também o apoio de uma comunidade que comunga da mesma crença, atenuando o sentimento de solidão inerente à vida, esse mesmo que advém do fato de que nascemos sós, morremos sós, e ninguém pode fazê-lo conosco, nem tampouco por nós.

Reitero, mais uma vez, que essa dinâmica não explica se há ou não há Deus (ou deuses) fora das nossas crenças. Esse ponto é simplesmente inacessível à razão. Mas as motivações dos seres humanos, seus comportamentos, suas ações, estes podem muito bem ser objeto de análise, seja por parte da psicologia/psicanálise, da antropologia, da sociologia e mesmo da biologia, entre outras disciplinas.

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19 respostas para Nota (mais do que) de rodapé sobre o sem-sentido, a angústia e as religiões

  1. Bruno Stern disse:

    As religiões “facilitam” bastante a vida de quem as segue. A possibilidade de ter respostas para questões um tanto quanto complicadas é um grande atrativo.

    Obrigado pela visita e o comentário.

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  2. André Egg disse:

    Ricardo,

    coloca em primeiro na lista das disciplinas a história.

    E deixa registrado um protesto: é impreciso e impróprio dizer que as religiões pregam um conjunto de certezas. Eu sou cristão, e existem correntes muito importantes do pensamento cristão que procuram lidar mesmo é com as incertezas. (Acredite, tem cristão que pensa – e a ignorância disso por parte de muitos ateus leva-os a juízos incorretos)

    Sobre estatísticas e bom material acadêmico sobre o tema vale a pena consultar o blog psicologiadareligiao.wordpress.com

    abraço

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  3. Ricardo C. disse:

    Caro André, seu comentário me pareceu como se o que escrevi soasse ofensivo a vc. Peço apenas que o releia, a começar pelo título: “nota (mais do que) de rodapé…”. Além do mais, eu disse que seria pretensão minha afirmar que as religiões derivariam da angústia, mas que noto como esse sentimento serve como combustível para muitos procurarem as religiões, apenas isso. Sou o suficientemente respeitoso com as religiões como para fazer uma simplificação vulgar como essa! Ler sobre a história de Santa Teresa de Ávila, Santo Agostinho, ou mesmo de figuras contemporâneas como Thomas Merton ou um padre beneditino (de que gosto muito) chamado Bede Griffiths (que se referia a Deus como “a Divina Escuridão”, sugerindo que a questão da incerteza, do mistério, seriam o que melhor se aproxima do que seja Deus), em vez de “Divina Luz”, já dá a medida de como a incerteza é um aspecto importante de boa parte das religiões. Aliás, para que vc veja um pouco do que penso sobre o tema, na coluna ao lado tem alguns posts que escrevi. Queria que vc desse uma lida num trio de posts que começam com o título “Crença, fé e experiência religiosa”. Acho que depois de ler o que escrevi, verá que não trato do assunto de forma desrespeitosa ou tecendo juízos de valor.
    Grande abraço

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  4. André Egg disse:

    Eu é que peço desculpas.

    Não me senti ofendido, de forma nenhuma. Tenho minhas disputas particulares a esse respeito. E escrevi só pra deixar minha posição mais ou menos definida.

    Às vezes acho que o ateísmo (nem sei se é o que você defende) tenta se contrapor a uma religiosidade conservadora. A gente vê muita referência à teologia fundamentalista (seria muita pretensão chamar de teologia o que eles fazem) nos escritos dos ateus.

    Só que a teologia já trabalha desde o século XIX em compasso com a ciência (que também têm seus fundamentalismos ingênuos) e com a filosofia.

    Não se preocupe. Minha intenção é apenas tentar mostrar que existe teologia liberal, teologia da crise (também chamada de neo-ortodoxia), teologia da libertação, e outros movimentos e linhas que trabalham muito bem com as dificuldades da existência.

    Mas, a grosso modo, as estruturas dominantes da religião de esforçam mesmo é para vender a ideologia do conjunto de certezas. Portanto, você não está errado na sua crítica. Eu mesmo insisto nisso muitas vezes. Só que tem um contraponto.

    Gente como eu costuma sofrer diversos tipos de perseguição e pressão psicológica dentro da família e do grupo religioso. A fé tem sido pra mim um exercício de resistência, uma teimosia, uma tentativa de demonstrar que existem outros caminhos. Seria mais fácil abandonar tudo pela descrença no que os homens fizeram com o cristianismo e com a busca do transcendente.

    De qualquer forma, acho que o debate sobre o tema é sempre saudável e necessário. Pus os posts que você me indicou na minha fila de leitura.

    Grande abraço,

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  5. Pax disse:

    Bem, perdi a discussão. Mas confesso que tenho me dedicado ao estudo do assunto, a história da filosofia ocidental é extremamente ligada à história das religiões ocidentais.

    Um dos grandes, que merece ser estudado no assunto é Espinosa, ou Spinoza, que rompe com a teologia, admite que Deus transcende o Criador. Para Spinoza Deus é a Natureza e tem a possibilidade da produção, da criação, o conceito de Natura Naturantis. Deus é causa ativa, é livre. Onde há liberdade não há constrangimento e, portanto, possibilidade de criação. Por outro lado, os homens e as coisas são constrangidos, não há liberdade, há forças que os constrangem. Não há possibilidade do homem ser livre por estar constantemente em confronto com essas forças. Portando o homem não pode ser criativo e prisioneiro da servidão. O que Spinoza propõe é o estudo dessas forças constrangedoras para perguntar se o homem pode ter sua vida produzida por forças que vem de dentro, que Nietzsche chamou posteriormente de Vontade de Potência.

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    • Ricardo C. disse:

      Tenho muita simpatia por Espinosa, embora as minhas leituras sobre ele não passem de orelhas de livros de terceiros. Vai ser bom sentar num boteco e ouvir você falar do que tem lido, caro amigo. Serei todo ouvidos, só esse aperitivo sobre liberdade, criatividade e Natura Naturantis já deu uma vontade danada!

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  6. Roberto disse:

    Ói vocês aí. Ricardo Cabral, como vai esse ímpeto frente ao que você chama de não-saber? Logo você, que sabe das coisas, e que tão bem intui as que diz não saber. Pax lendo Spinoza. E aí, Pax? Saudades.

    Tenho um robôzinho que vasculha a web à busca de referências àquela série para mim memorável – Crença, fé e experiência religiosa. Ele me avisou que falaram nela e aqui estou.

    Caindo dentro do tópico: achei a escolha do Dória muito fraca, ele poderia ter pescado um cético de maior peso. O sujeito começa falando na questão do “por que estamos aqui”. Cá pra nós, eu, malandro velho, farejo nisso uma certa e subliminal arrogância – humana, ok, demasiado humana – de quem não está se perguntando “que diabos, afinal, é tudo isso”. A pergunta fundamental da ciência, diga-se. Sabemos pouco, mas sabemos que não “estamos” aqui. “Somos” aqui. Somos isto, ou temos sido. E isto que somos não está circunscrito por nossa pele, também o sabemos. Ou melhor, só não sabemos quando estamos angustiados, hein, Ricardo?

    Pois é, ao tempo do C,F&ER eu estava voltando à web após uma longa ausência. Depois daquilo, andei por uma rede social americana, da qual faz parte o Stanley Krippner – dica sua, Cabral. Mas qual… Já pulei fora, está visto, apesar de ter deixado pra trás laços com gente interessante. O fato é que me considero, basicamente, um cara curioso, e a curiosidade me leva frequentemente ao maravilhamento. Grupos de discussão de temas espirituais (ou religiosos, como queiram), estão cheios de gente que foge da curiosidade como o diabo da cruz, apegadas que estão aos seus crachás oficiais, que lhes rendem suas doses indispensáveis desse tal conforto do qual o Ricardo fala neste post. Uau. Agora, foi curioso pra mim que, como brasileiro, tenho convivido com o cristianismo ao longo da vida, e, apesar de não-cristão, tenho tido sempre uma atitude respeitosa com os cristãos que encontro, descobrir, no convívio com cristãos de outras culturas, que eu não tenho como respeitar o cristianismo. Sinto muito, mas para mim é demais. Diante do panteão de homens e mulheres iluminados que vivem ou já viveram (muitos deles cristãos), coisa pra encher maracanãs, este grupo religioso pretender que seu mestre histórico foi a única encarnação humana de Deus, ou que outro nome sagrado se dê à realidade última – ah, peraí… Vá explicar prum poderoso mestre Sufi que o caminho pra realização não é o dele, que só se chega ao Pai etc, etc…

    Se impliquei com a arrogância da postura do Feynman, que se crê humilde por não ter resposta para a pergunta “por que estamos aqui” – que eu vejo como contrapartida de uma profusão de certezas (EU, esta pessoa que não tem a menor dúvida sobre a própria identidade, estou AQUI neste planeta que, afinal, conhecemos razoavelmente bem…), por outro lado me diverti à bessa com os confrontos que presenciei entre cristãos e novos pagãos, uma galera que não para de crescer nas bandas do primeiro mundo. Os cristãos com seu discurso da exclusividade divina do Cristo e os pagãos, não menos arrogantes, indignados: “Peraí, eu TAMBÉM sou Deus, sua besta!” E isso fora de qualquer lógica mística – pagãozinhos, civis, a pleitear a própria divindade com base numa percepção profana… é divertidíssimo.

    Tô na área. Grandes abraços, pra começar bem este ano.

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    • Ricardo C. disse:

      Roberto, bem que estranhei o seu sumiço, embora reconheça que o fato de pouco ter a acrescentar ao que discutimos — tanto naquela ocasião quanto depois, ao vivo, no ótimo almoço seguido de muitos cafés em que papeamos bastante — possa ter contribuido para o teu desaparecimento… Aliás, precisamos repetir, pois agora quem está curioso com as tuas andanças sou eu. E curiosidade, meu caro, é algo de que não fujo!
      Abração

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  7. Pax disse:

    Meu amigo Ricardo,

    Agora estou no Criticismo, passando ao galope por Descartes, Hume, Leibinitz e, finalmente, chegando a Kant, para depois ir a Schopenhauer antes de Nietzsche, Foucault e Deleuze.

    Enfim, desenhei uma linha de leituras pra ajudar a pensar sobre o assunto com um pouco mais de consistência. Afinal, se é pra discutir, vamos à luta, ou ao conteúdo, como preferirem. Mostro já minhas “armas”.

    Claro, uma passada inicial por Platão e Aristóteles é fundamental.

    Juro, não quero parecer mais pedante que já sou, mas sim definir uma linha, como disse acima.

    Meu caro Roberto, novo amigo virtual,

    Acredite, as saudades são recíprocas. A série Crença, fé e experiência religiosa foi nosso link original, à ela, então, brindo o encontro, brindo o acaso se assim Nietzsche quiser e permitir e brindo 2009 com o projeto de estudar um tanto mais para reduzir um pouco a minha enorme ignorância.

    Abraços fraternos, querendo “brigas” honestas.

    ps.: um pequeno “resumo da síntese” em Platão, sobre o assunto

    Separa as essências das aparências. Explica o dualismo filosófico da alma e do corpo. Quando o corpo morre, a alma se liberta. E aí há três possibilidade para essa alma: (a) as que cometeram pecados mortais, (b) as que cometeram pecados “expiáveis”e (c) as que viveram puras. Para as duas últimas há o prêmio de encarnarem-se, sendo que as que cometeram pecados precisam pagar por eles antes do prêmio, a idéia do purgatório. Em Fédon, Platão advoga que seria necessário criar uma quarta categoria, a dos filósofos, que seriam livres da vida temporal para sempre. Acredito que advogava em causa própria aqui. (risos)

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  8. Roberto disse:

    Vocês terão percebido, lá atrás, que sou um sujeito que se entrega às prosas. Minha distância do acotovelamento urbano, a quietude da paisagem humana de onde vivo, responde por isso. Sumiço? Buscando prosas incendiadas, por aí, pra me entregar a elas de coração.

    O Krippner é encantado com o espiritismo brasileiro, Ricardo. Parece que teve um câncer deletado, supõe ele que pelas artes dos médiuns lá das bandas de Luisiânia, Goiás. Entre impressionado e grato, desenvolveu essa conexão, e volta e meia está por aqui. Bem velhinho, já.

    Pô, Pax, brigas “honestas”? Desenvolva esse “honestas” aí, companheiro.

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  9. Pax disse:

    Caríssimo Roberto,

    Não há muito o que desenvolver. Poderia ter usado outra expressão, mas usei essa. Vamos mudá-la, então. Embates filosóficos? Não sei, acho que fica mais pedante que já sou. Discussões inteligentes? Idem ibidem. Vá, não se prende nisso. Deixa “brigas honestas” mesmo.

    Assim como parece ser teu caso, ando pela blogosfera. Mas ando atrás de informações, de opiniões e de boas discussões, boas conversas, bons embates. Encontro aqui e acolá muita gente rábica demais, gente que vem descarregar suas frustrações nos outros. É uma armadilha que tento não cair. Tento insistentemente, mas nem sempre consigo. Quando me enxergo nessas, percebo quão desnecessárias são.

    Espero ter respondido. Vou colocar outro comentário na sequência, pra não poluir o raciocínio junto com esta necessária explicação, a teu pedido.

    Abraços

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    • Roberto disse:

      Estranhei o adjetivo, amigo Pax, por que no terceiro post da série CF&ER eu saquei de um bicho estranhíssimo, capaz de arrepiar os cabelos brancos do velho Darwin e vosmicê disse que não havia nada de estranho ali, tudo previsto na Origem das Espécies, sugerindo que eu estaria apelando. Hum… tenho lido alguma coisa de filosofia da ciência, leitura que eu prefiro à da vã filosofia, e a cena que encontrei nessas leituras é fantástica. Quem sabe voltamos ao tópico?

      Como vai sua terrinha? Progressos?

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  10. Pax disse:

    Olhem que achado contextualizador que achei nas minhas procuras, que, finalmente, me permiti não procurar mais no imediatismo da internet, mas sim nos livros.Como disse acima, desenhei uma linha de estudos. Dei uns pulos mas cada vez mais percebo que tenho que voltar. Me perdoem o rascunho e as imprecisões. Não sou filósofo e não tenho competência acadêmica alguma. Sou só curioso.

    Ao estudar o criticismo de Kant (1724 a 1804), precisamos voltar a mira para Descartes (1596 a 1650). Descartes duvidou a princípio de todo nosso conhecimento, encontrando na idéia clara e distinta o critério de certeza e de verdade absoluta, mas não duvidou da faculdade cognitiva como tal, ou seja, a aptidão para conhecer a verdade. Aqui vale um pequeno resumo do Discurso Sobre o Método, assunto que passeei bastante faz um enorme tempo atrás. Nele, para a solução de qualquer problema, deve-se seguir os seguintes passos: a) Não se basear em axiomas (ou dogmas, ou premissas), b) subdividir ao máximo o problema, c) começar a solução do elemento mais fácil para o mais difícil e d) rever cautelosamente todos os passos seguidos. O item (a) é determinante. Em outras palavras ele propõe: “Não diga, é assim porque sempre foi”, “Não acredite que Deus fez assim”, ou “é assim porque Deus quer”. (essa é uma interpretação minha, quando entra Deus. Descartes, àquela época, não podia falar disso. Aliás, metade do seu famoso livro foi só e somente só pedir permissão à igreja para desenvolver suas idéias, confessando sua crença). (Discurso sobre o Método – Descartes)

    A partir de Descartes nota-se um extremo dualismo de esforços do racionalismo para corrigir os defeitos dos princípios cartesianos, ora tentando evolui-los, ora alterando-os. Finalmente ocorre a aparição do empirismo e do materialismo que se desenvolvem partindo desses mesmos princípios. Mas é o racionalismo que que é fruto legítimo e direto dos princípios cartesiamos, não o empirismo e o materialismo. (Historia de la Filosofia – Klinke-Colomber).

    De Descartes a Kant, quase dois séculos, não se produziu um sistema que satisfizesse, sem contradições internas, as exigências da experiência e dos princípios do Cartesianismo. Pelo contrário, a Filosofia passou por um período cada vez mais superficial e influenciou desastrosamente a vida, destruindo todos os cimentos da conduta moral, social, política e religiosa. (Historia de la Filosofia – Klinke-Colomber).

    Aqui confesso que não entendi bem a colocação de Klinke & Colomber. Afinal, nesse intervalo tivemos grandes nomes, tais como Espinosa (1632 a 1677), Liebniz (1646 a 1716), Lock (1632 a1704), Hume (1711 a 1776), entre outros.

    Há muito que estudar. Volto para os próximos capítulos.

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  11. Pax disse:

    Caro Roberto,

    Me lembro da discussão sobre uma borboleta com formato de cabeça de cobra. Aliás, cadê a foto? Você ainda a tem? Aceito voltar ao tema sim. Aliás, aceito qualquer discussão educada. Pode ser que contribua, ou não. Filosofia da Ciência nunca olhei nada, mas pra dar palpites a gente está sempre a postos. O título é bom mesmo.

    Abraços.

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  12. Roberto disse:

    Prezado Pax, tenho a imagem, claro. Ela me inspira muito, assim como outras de animais. Vou tentar capturar nosso diálogo de então nos porões desta Ágora pra dar uma espiada; talvez que agora, frios, a gente possa reconsiderar o que foi dito ali.

    Ricardo, companheiro, veja, se é que já não viu, meu comentário no seu post sobre o feed a respeito da minha dificuldade com os blogs, como um dos motivos do meu forfait continuado. Mas, se bem me lembro, trocamos um par de torpedinhos sms, você em trânsito pelo Brasil profundo, eu no meu tugúrio. Depois te mandei um email, que ficou sem resposta. Hum… Sim, aquele almoço improvisado no meio da tarde foi cenário de um ótimo papo inaugural. Precisamos repeti-lo, pois. Abraços!

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  13. Ricardo C. disse:

    Pax e Roberto, fico mesmo é contente de vê-los prosando com se estivessem em casa. E saibam, é para isso mesmo que este canto serve!
    Grande abraço para os dois

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