8 respostas para Reflexão de segunda*

  1. Darwinista disse:

    Respondo sem titubear: olho para ela. Se ela se virar também, ganho o dia. Se não, ganho um belo retroflashback.

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  2. Gwyn disse:

    Posso colocar uma outra opcao?

    3)No momento que vejo essa pessoa interessante olho diretamente no olho, abro um sorriso com os olhos, boca e dentes…. continuo olhando nos olhos mas devagazinho os olhos comecam a envergonhar-se…e sorrindo mantenho o olhar. Nao e preciso esperar ele passar….

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  3. Darwinista disse:

    Gwyn, opção de arrasar corações, essa sua!

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  4. Ricardo C. disse:

    Gwyn e Darwinista, por mais diferentes que pareçam as suas respostas, elas vão um pouco mais no sentido do “olhar para ver o outro”, do que do “olhar para ver se o outro me olha”. Este último é o que considero excessivo nos dias de hoje!

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  5. Guilevy disse:

    Supondo que não seja aquela pessoa que cruza com você todo santo dia por motivos vários, ou seja, partindo do pressuposto que é um encontro fortuito, aqui vai sem titubear também:
    homens opção 1, mulheres opção 2.

    Quanto à reflexão do post em si, acredito que são duas coisas diferentes aqui- uma o ente profissional, outra o ente ontológico.
    No texto do Sant’Anna, concordo que as vezes nos surpreendemos, fora do ambiente de trabalho, com insigths sobre o ofício que estamos realizando, mas apenas as vezes. Mais que isso loucura. Pode ser loucura da boa se for por curto tempo, num mergulho produtivo, mas que é loucura é.
    O utilitarismo das relações é outra coisa, e nisto eu não vou dar pitaco não, Ricardo. Fica procê.

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  6. Guilevy disse:

    Bem, Ricardo, quando o casal trabalha junto, seja lá no que for, acho que as coisas se confundem sim, mas é uma pequena parcela da população.
    Agora, homens e mulheres se comportam de maneiras diferentes sim, e para o bem da humanidade, viva as diferenças!
    Aqui não vai maxismo, nem antifeminismo, nem coisa que o valha, mas é sempre ela quem se aninha em meus braços e não o contrário, e qual o problema em ser assim?
    Se homens e mulheres se comportassem da mesma maneira, falassem via de regra sobre os mesmos assuntos, olhassem-se e vissem-se da mesma forma, nosso mundo seria um pé no saco, né não?

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  7. Ricardo C. disse:

    Guilherme, claro que aprecio as diferenças, mas o ponto que discuto é sobretudo o que tentei apresentar com o exemplo metido a engraçadinho. É a auto-referência excessiva, o umbiguismo sem fim. É o encontro onde o outro serve sobretudo para que eu brilhe, para enaltecer o meu ego. E como o outro quer algo parecido, o resultado é um “não-encontro”… O caso apresentado pelo Sergio Sant’Anna — o conto do Norman Mailer — não diz respeito apenas ao escritor-personagem, esse é o meu ponto. Nesse sentido, as diferenças entre homens e mulheres não são a tônica, já que ambos andam demais em torno dos próprios umbigos, embora cada um a seu modo.

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