Post scriptum

Primeiro perguntei sobre o desejo de se ter filhos. A seguir, coloquei um poema do Benedetti, logo eu que nem tão fã de poesia sou, dando destaque ao trecho da versão do Serrat, “y cuando nada falta, entonces usted muere“. O que isso tudo faz neste blog? Manifestações “querido diário”? Bandeiras? Poucos acreditarão que não. E menos ainda aqueles que darão algum crédito a este escriba, dizendo “está bem, você quer mesmo é provocar algum tipo de reflexão e não apenas dar mole em relação à meia-idade, que só pode andar moendo os teus miolos”… Viram? Tudo indica que não há alternativa. Seja lá o que eu disser, tem pinta de tática diversionista, e daquelas fadadas ao fracasso. “Não insista, Ricardo, já perdeu”. Afinal de contas, se escrevo num blog, na primeira pessoa do singular, sobre temas tão humanamente cotidianos, devo mesmo ser alguém “do nosso tempo”, chegado a diálogos que só possam começar por alguma experiência pessoal, não é? Pois então que seja, não vou tentar discutir com tantos que me visitam costumeiramente e ainda se dispõem a comentar sobre quase tudo o que escolho dizer.

Uma coisa é certa: os temas em questão se misturam. E tampouco adianta: por mais que se tenha uma idéia fechada sobre o assunto, isso não evita que ele apareça em diversas fases da vida. Mas dentre os temas, deixo de lado o dos filhos e me detenho no “e quando nada falta, então você morre”. Ouquei, assunto mórbido de novo… Mas é assunto com algumas curiosidades. E fico só com uma delas, a de como volta e meia nos deparamos com uma estranha necessidade de deixar inacabado algo já quase terminado. Motivos? Inúmeros, quem sou eu para saber das razões de cada ser humano! Mas vale dar uma escarafunchada nas suas desrazões e ver se você não encontra a estranha, totalmente irracional e por isso mesmo humana idéia de que “enquanto eu ainda tiver algo inacabado, uma tarefa que precise realizar, uma meta a alcançar, um propósito a cumprir, precisarei continuar vivo”… Encontrou? Tem certeza que não? Procure mais fundo, ali abaixo do do corpo caloso, estou certo de que encontrará algo do gênero. E é melhor que se apresse, já que, como disse o poeta lá em cima, quando não faltar mais nada, será a hora de morrer.* El cuento es muy sencillo.**

_________
* Mesmo que você discorde veementemente, e que ainda por cima diga estar absolutamente tranqüilo quanto à inevitabilidade da morte, ao fato dela ser inerente à vida e sei lá mais o que, seguirei convencido de que isso te gera uma angústia danada, se bobear tão grande que você nem sente mais. Mas deixe só o sangue esfriar para você ver…

** A história é muito simples.

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34 respostas para Post scriptum

  1. Monsores, André disse:

    Ricardo,Eu to cansado, desculpe. Será mais um comentário raso e supérfluo.A questão é que fiquei feliz com o argumento de deixar as coisas por fazer para não morrer. Vou dizer isso a todos os meus clientes amanhã e vou descansar agora.Bem que eu queria :/Abraço, meu caro. Gostei bastante deste post.

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  2. pingwyn disse:

    Ricardo, estou eu a ver “un lio” dos seus motivos do seus posts usando o poema “El cuento es muy sencillo” ;DPensei muito ( e vou continuar a pensar o dia todo) sobre o que voce escreveu…minha conclusao (por enquanto)…Acho que seja mais do que “enquanto eu ainda tiver algo inacabado, uma tarefa que precise realizar, uma meta a alcançar, um propósito a cumprir, precisarei continuar vivo”Acho que se aprende que por ser tudo tao simples” y siempre siempre un lio”….nada nos falta..”entonces usted muere”.É…., é tudo muito simples.9sera que me fiz entender??) ;D

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  3. pingwyn disse:

    Andre,Seus comentarios nao sao rasos e superfluos :))

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  4. Nat disse:

    Isso aconteceu comigo e de uma maneira dolorosa. Quando eu tava na minha fase brava, mais depressiva, eu fiz um exame de sangue de rotina e a médica disse que eu tava grávida. Acabou sendo uma gravidez tubária e tals, mas antes, quando eu achava que ia ter um filho, eu pensava. Bem, agora que eu vou ser mãe, “ninguém” vai deixar eu morrer…É um pensamento totalmente sem sentido, mas sim, o ser humano é capaz desses artifícios. E funciona algumas vezes…

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  5. Pax disse:

    Ricardo,Abre o jogo, o que tá te incomodando?

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  6. Ricardo C. disse:

    Reflexões, caro Pax, volta e meia elas me assaltam!

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  7. Nat disse:

    Cuidado, Ricardo, vai transformar o Ágora numa sucursal problemática e arriscada do seu consultório! Aqui não tem paredes para conter os excessos com seus ouvidos potentes!;- )Saiba que adoro você e suas proposições…

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  8. Ricardo C. disse:

    Vocês são meus sócios, Nat, tem a obrigação moral de impedir que o Ágora faça água, hehehe!Beijos que agora vou descansar um pouco

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  9. Pax disse:

    Ricardo dá uma de analista e desconversa.Nat dá uma de analisada e deita no divâ do Ricardão.Hã, sei.

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  10. confetti e a ilusao* disse:

    rc e seu “transfert” digital….apoio e dou corda ! tem mais, apoio, dou corda e adoro !

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  11. pingwyn disse:

    Pax,a pergunta nao seria..” o que NOS esta incomodando?” ( sera isso uma terapia virtual em grupo?)

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  12. Pax disse:

    boa Tíchia,talvez sejam um caso inédito de terapia em grupo inaugurado pelo nosso querido e competente Ricardo Comum.

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  13. Monsores, André disse:

    – Olá pessoal.- Olááááaá Andrééééé (em coro).- Hoje quero falar sobre um problema que me assola que é a dor na consciência.- Eu também já tive dor na consciência – diz Natalia.- Dor na consciência de cú é rola – acrescenta o Pax.- Qual é o foco de sua dor? – Pergunta Ricardo.- Todos nós temos dor na consciência – arremata Gwyn.- É que fico pensando cá com meus 17 botões, que todo dia eu tenho um monte de coisas pra fazer e acabo vindo aqui e em outros blogs, e fico papeando ao invés de trabalhar. As coisas se acumulam e no fim do dia quero assistir House, ler qualquer bobagem, tomar meu uísque, encontrar com os amigos e com a namorada e algumas coisas ficam pro dia seguinte. E todo dia é igual, eu começo pensando que hoje vou terminar tudo, mas nunca consigo. Vocês não acham que o dia deveria ter 72 horas? Eu acho. Eu acho que deveriamos dormir 5 horas por dia, trabalhar 20 e o resto dividir entre namorada, familia, amigos, terapia em grupo no blog do Ricardo, leitura, sexo, e uísque.Mas não é assim. Eu tenho coisas pra fazer e nem acho que são coisas importantes para o mundo, apesar de serem importantes para meus clientes, sócios e credores. Eles sim devem fazer coisas importantes para o mundo já que tudo que me pedem é urgente, pra ontem e nunca podem esperar, por mais que eu explique que tenho outros clientes, sócios e credores que tem a mesma urgência e que certamente possuem funções importantes para o mundo.Por fim, fico perdido entre o que é importante para mim, o que deveria ser importante para mim e o que é essencial para o mundo. A ordem de prioridade não deveria ser essa? O coletivo? A individualização do coletivo não deveria seguir um padrão na sua essência: o de acrescentar ao mundo coisas melhores? Por exemplo, eu gosto do café forte e mais ninguém aqui gosta. Logo, quando eu faço café, faço mais fraco porque todos podemos beber. Acabou o tempo. Próxima sessão num outro dia, num outro post ou quem sabe, daqui a pouco quando eu terminar este orçamento.Continua mais tarde…

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  14. Ricardo C. disse:

    Grande André, muito bom esse seu texto! Faça uma versão para o teu blog, não seja preguiçoso!

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  15. pingwyn disse:

    Andre…”que todo dia eu tenho um monte de coisas pra fazer e acabo vindo aqui e em outros blogs,”.engracado que comigo acontece EXATAMENTE igual…e o pior e que alem da trbalhar ainda tem a segunda jornada que e cuidar da casa/filhos.”Por fim, fico perdido entre o que é importante para mim, o que deveria ser importante para mim e o que é essencial para o mundo.”Rcardo, a palavra esta com voce…¿Que pasa?”

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  16. Pax disse:

    Pax pede a palavra:- Pôrra, eu também, esse moleque do André me surpreende a cada minuto. E já tive esse papo inúmeras vezes com o Dr Ricardo, o vício, as causas, as consequências, preciso nadar daqui a pouco e já sei que várias piscinas serão pensando nisso. Mas aqui a gente encontra os amigos, encontra inteligência, encontra papos que gostaríamos de ter toda hora. E voltamos e voltamos, nos procuramos por aí, queremos saber onde os amigos estão. As vezes esperamos a chegada de novos amigos, fugimos do Pedro Doria porque há muita agressão e aqui prova que não é isso que procuramos, as vezes sim, mas na maioria das vezes não. E a sala do Dr Ricardo inaugurou um ponto de encontro de almas que se afinam a e a gente se sente à vontade pra falar.Aí fico pensando e pensando que o melhor de tudo é arrumar uma forma de ganhar dinheiro com isso tudo.E fico pensando que encontrar as pessoas ao vivo e a cores é bom pra caramba também.Conheci a Tíchia e foi uma delícia, pra rimar. Conheci o André e foi outra delícia. Conheci o Ricardo e foi muito pouco, fiquei sentindo muita falta de mais tempo pra que o encontro fosse tão bom quanto com os outros dois.Enfim, como diz o James Bond || pause – natação. Pensarei em vocês.ps.: já tinha sugerido para o Dr Ricardo uma terapia fictícia no seu blog e me chega um moleque de 24 anos e dá uma idéia muito melhor. E o Dr Ricardo tangiversa e sugere que se transfira a terapia pro blog do moleque? Ainda entenderei direito essa coisa de transferência e contratranferência entre terapeutas e analisandos.Fui.

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  17. Nat disse:

    “Eu também já tive dor na consciência” é exatamente a frase que eu diria.Mas vendo que o André acha que a Tichia falaria Todos nós temos dor na consciência cheguei à constatação de que sou muito narcisista com meus problemas… Talvez seja apenas um ligeiro excesso deles…Tô adorando a terapia em grupo!!!

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  18. DarwinistO disse:

    -Quem eu? Não, eu prefiro não falar hoje. Deixa eu me sentir mais à vontade primeiro, sou muito tímido. Aos poucos acho que me solto e começo a falar uma ou outra coisa. Por enquanto pra mim já tá sendo muito bom só de ficar por aqui ouvindo o que vocês tem pra falar…

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  19. Pax disse:

    VolteiE ao assunto do post também.Reunimos aqui em casa, muitas vezes, um grupo assim formado: um casal, ela terapeuta holística que usa acupuntura e ela uma historiadora que faz doutorado – moram numa chácara afastada da cidade, uma escritora que já tem 17 livros publicados e vive de seus livros e palestras e mora também num sítio e uma poeta que também vive de seus livros e de palestras, além de cursos sobre haikai. E nós E vocês sabem que moro no mato e tenho outros dois matos, um projeto agro e um projeto de preservação.Todos não têm filhos.Faz dois anos que nos provocamos com a idéia de termos um sítio coletivo e morarmos todos juntos. Cada um terá sua casa individual, mas pensamos em uma grande cozinha coletiva, salas de ginástica, yoga, televisão – para os filmes – todos adoramos, tudo para que possamos estar juntos.Adoramos esse sonho. Não tenho certeza se será realizado, mas tenho absoluta certeza que o sonho é uma delícia.Fui

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  20. Pax disse:

    Ops, a poeta tem 2 filhos. Mas vivem longe. Sorry.

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  21. Nat disse:

    Pax, minha tia tá entrando numa dessas. Um grupo de amigos que conhecemos está se mudando pra Paquetá. Vai ser uma casa coletiva, uma coletividade, dos mais de 50.Eu adoraria que algo assim acontecesse comigo mais tarde…Mas não são todos que gostam de estar em permanente contato com uma outra pessoa, mesmo que admire essa outra pessoa…

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  22. Ricardo C. disse:

    Meus amigos, estou deixando de fazer o que devo para fazer o que desejo. É ruim, mas agora já comecei, vou terminar. Trata-se de um post com umas poucas considerações sobre esta conversa. Não fiquem muito na expectativa, aviso logo, mas é para justificar a minha falta de comentários nesta caixa. Não que vocês precisem de mim, pois já se mostram bastante à vontade, mas é o mínimo de consideração que devo a vocês, né?

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  23. Ricardo C. disse:

    E Darw, tome o seu tempo. Aqui ninguém é PhD em nada, nem sobre si mesmo, portanto pode seguir tímido, mas não intimidado.Abração

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  24. DarwinistO disse:

    Valeu Ricardo. Intimidado nunca, por certo. :-)Pax, admiro seu sonho, e assumo que sou diametralmente oposto. Individualista ao extremo como sou, a simples idéia de compartilhar uma cozinha ou uma sala de vídeo já me causa arrepios…

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  25. Pax disse:

    Cada casa será totalmente autônoma. Teremos várias chácaras dentro de um sítio, um condomínio de chácaras.Mas no centro, uma área que poderá ser usada como área comum.Acho que me expressei mal aí em cima. Mas fui claro que é uma idéia, um sonho. As vezes viajar em sonhos é tão bom quanto viajar.Darw, com a permissão do dono da casa, seja bem-vindo.

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  26. pingwyn disse:

    Darw, eu sou muiiitttoo mais timida que voce..vou fazer companhia para voce e escutar o que todos tem para falar…. ;DPax,Achei a ideia fantastica, algo para ser almejado..e pelo menos tentado. Afinal, dificil encontrarmos pessoas que conseguimos nos identificar ao ponto de querermos ficar bem perto…Ricardo, Sua casa e muito acolhedora e voce muito hospitaleiro…nao se preocupe em responder aos nossos comentarios ( sera que posso/devo falar por todos?). Consideracao sabemos que voce tem… E muita. Quem “frequenta” esse espaco aprende a “escutar” ate os pensamentos, e sentir as vibracoes (claro que so as positivas, pois as negativas os “ouvidos” nao ouvem…)

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  27. confetti e a ilusao* disse:

    “nao se preocupe em responder aos nossos comentarios”no way ! o dialogo é essencial… transfert sem dialogo é impossivel…

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  28. Monsores, André disse:

    Desculpe aí pessoal, tive que me ausentar de ontem a tarde até agora. Estava num evento desalmado desses que fico contando o tempo para ir embora.Vou escrever aqui e copiar o comentário para o post de cima, e acho que vai ser longo, perdoem-me.Muitos são os motivos que nos levam a vir aqui e transformar o blog do Ricardo em terapia em grupo. Os posts do Ricardo motivam a reflexão e várias vezes já me peguei por dias a fio pensando quantas vezes eu falo “eu” por dia. Sua máxima culpa, Ricardo. Me fazes pensar.Viemos pra cá, como bem disse o Pax, por vários motivos. Essas pessoas que estão aqui se gostam, apesar de morarem longe. Eu me refiro ao Ricardo como “eu tenho um amigo que escreve bem pra caramba…” Ou, “eu tenho um amigo psicólogo e professor…”. Falo da real life, quando me refiro a ele com pessoas que não fazem a mínima idéia de quem ele é. Mais tarde lembro que infelizmente, não o conheço pessoalmente, e logo em seguida me vem a certeza de que não importa se através de bytes, bits, elétrons, banco de dados relacional, e uma caixa de comentários, sentimento é sentimento. Extendam isso a todos vocês.A Nat e o Pax é mais fácil. Conheci ambos pessoalmente e essas ocasiões estão no top 5 dos meus ultimos anos. É engraçado como tenho a sensação de que conheço um bocado cada um de vocês. A Patricia, por exemplo, esse doce de pessoa. O Darwinista, a quem adoro e adoro tirar sarro… A Confetti, minha sweetheart, que é uma das pessoas que mais gosto nesse mundo, enfim, como isso é possível em uma plataforma tão seca, fria e desalmada? A explicação está em todos nós. A profundidade de nossos sentimentos. Nossas angústias e carências, nossos gostos e desgostos, nosso ego e essa vontade tão boa de compartilhar aquilo que sabemos, que sentimos e que queremos saber.A real life é cruel. Lá a formação de grupos acontece por outras razões: ocupação > nível social > interesses de lazer > familiares > amigos de amigos. Aqui a ordem é por “assuntos de interesse”. Me preocupo muito com o conceito de qualidade de vida que vejo sendo adotado pelas pessoas faz algum tempo. Invejo meus avós contando que na época deles não havia televisão e ou eles se reuniam na sala para ouvir rádio ou ficavam na porta de casa conversando. Com pessoas como vocês, troco qualquer coisa para “ficar conversando”. Queria que no mundo real fosse assim também.Senti isso na pele quando conheci o Pax, por exemplo. O Pax é o Pax gente. O mesmo. Tem cara de Pax, jeito de Pax, estilo Pax de ser, e toda essa capacidade de emocionar com a sua falta de medo de elogiar outrém – o que considero uma das maiores qualidades num ser humano. Obrigado, meu amigo.Bem, estou cansado. Dei duas palestras hoje e ambas foram cansativas e cheias de perguntas. A enxaqueca também veio com tudo. É o sol que fez na estrada.Sinto-me como Caetano e Gil que falam muito, mas não falam nada. Bem, pelo menos quero que vocês saibam que fui sincero em tudo.E Nat, foi uma brincadeira. Não há amiga mais atenciosa no mundo que você. E isso é o avesso do narcisismo.

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  29. Monsores, André disse:

    “Estendam”, por favor.

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  30. Ricardo C. disse:

    Esta caixa de comentários está rendendo, hein? André, o afeto é recíproco. Curioso, não falo de você na real life sobretudo porque ainda não te conheci ao vivo. Já falei sobre o Pax e sobre a Nat, e a única exceção foi o Doria, em certa ocasião. Estranho, né? Isso porque vocês todos fazem parte do meu cotidiano, em alguns momentos bem mais do que amigos da real life, como comentei no último post.Sou dos que gostam de juntar os dois mundos. Não adianta, esse sou eu.

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  31. Pax disse:

    Monsores, eu é quem agradeço o privilégio de conhecê-lo. A turma não sabe, mas já estivemos juntos mais de uma vez, e cada vez foi melhor.E vocês não conhecem a Tíchia. Esperem a chance. Aí cairão da cadeira. Ela é a sensibilidade vestida de mulher. E que mulher.Mas no fundo, gostamos de gente. E encontramos gente por aqui. Fico pensando se estivesse morando em megalópole, como morei por tantos anos, se reduziria minha participação blogal. Talvez sim. Minha vida antes era muito na rua, muito com amigos, muitos restaurantes e, no fim, antes de me mudar pra cá, no restaurante de um casal de amigos que era meu ponto de encontro, entre meu trabalho e minha casa. Ia pra lá umas 4 vezes por semana, convidada minha mulher e a gente se encontrava pra jantar e juntar.Ok, falando a gente acha a palavra:Juntar.Passo a bola, mas sem antes repetir que gostaria de ter mais tempo com o Ricardo Cabral. Terei. Acho que em julho volto ao Rio.

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  32. Pax disse:

    É que aqui tá melhor que lá em cima, se vc me permite, Dr Ricardo In treatment.Aliás, dei uma olhada na série. Vi aquela menina de braços quebrados. Gostei mais ou menos. Vou dar outra chance.

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  33. Nat disse:

    André, obrigada.Ricardo, espero que tenha falado bem de mim hehehehe Pra falar a verdade, pode falar mal também, desde que fale, diz o ditado ;- )

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  34. Pingback: Papo-cabeça | Ágora com dazibao no meio

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