Caraminholas

Pensei, avalanchicamente, sobre a importância das pausas.
Pensei, pouco mas pensei, sobre a necessidade de histórias.
Pensei, mas não queria ter pensado, sobre tristezas e vazios (assim, plurais).
Pensei, mais um pouco. Então deixei que os pensamentos se pensassem sozinhos, falassem uns com os outros, trocassem confidências, sussurrassem tão baixinho que, de não mais poder ouvi-los, eu perdesse o interesse, ou pelo menos fingisse nem ligar.
E assim, sem mais tanto pensar, ando.

Dá para acreditar?

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